Fizemos os croquis, construímos a maquete, erguemos nosso amor. E, incerto de que todo aquele sonho poderia mesmo ser sim realidade, deixei, distraído, algo se perder no meio do caminho. Não foi a maquete, que ela ainda vejo sempre quando penso em como tudo começou. Tampouco o amor, que este não me abandona nem mesmo quando eu já não mais comigo estou. O que não encontro é realmente aquele mundo de rascunhos – suspiros de quando brincávamos de desenhar um amor maior que o nosso próprio mundo.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Para começar a ler:
Ao lado, clique em Anteâmbulo e, em seguida, siga pelos capítulos.